Um filhote de jacaré foi encontrado morto na noite de terça-feira, na orla da Lagoa Central, em Lagoa Santa, ao lado do ponto em frente ao antigo Boi Lourdes. A descoberta, registrada por um morador e divulgada nas redes sociais, gerou preocupação entre frequentadores e vizinhos da área.
Imagens que circulam mostram o réptil às margens da lagoa. Pela aparência, moradores notaram semelhança com o jacaré conhecido popularmente como Alfredo, considerado uma espécie de mascote informal da cidade. Ainda não há confirmação oficial sobre a origem do filhote nem sobre a presença de outros exemplares na lagoa.
O caso levantou questionamentos sobre a possibilidade de haver mais de um jacaré na Lagoa Central e sobre as circunstâncias da morte. Órgãos ambientais podem ser acionados para avaliar o local, coletar o animal (se ainda estiver no local) e, se necessário, investigar causas como atropelamento, envenenamento ou doenças.
Autoridades e especialistas normalmente recomendam que moradores não se aproximem nem toquem em animais silvestres mortos ou feridos. Além disso, é importante registrar fotos, anotar o local exato e informar imediatamente os órgãos competentes para que a ação de perícia e manejo seja feita com segurança.
Onde e como denunciar / informar
Local do achado: orla da Lagoa Central, em frente ao antigo Boi Lourdes.
Se você presenciou o fato ou tem informações, comunique as autoridades competentes: Prefeitura Municipal de Lagoa Santa — Secretaria responsável pelo meio ambiente ou a Defesa Civil municipal; Instituto Estadual de Florestas (IEF-MG); e o IBAMA para orientação técnica. Em caso de risco imediato à segurança pública, acione a Polícia Militar pelo número de emergência.
Ao registrar a ocorrência, informe: local exato, horário aproximado, se houve contato com o animal, e encaminhe fotografias ou vídeos que possam ajudar na identificação e na investigação.
Para os moradores: evitem alimentar ou aproximar-se de jacarés e mantenham crianças e animais domésticos afastados das margens da lagoa até que órgãos ambientais avaliem a situação.
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Fonte: matéria original publicada