A Justiça de Minas Gerais negou, nesta semana, o sigilo do inquérito que investiga possível desvio de patrimônio envolvendo uma delegada de Lagoa Santa e o uso de uma viatura descaracterizada para fins particulares.
A decisão foi anunciada no dia 13 de abril de 2026 e rejeitou o pedido de sigilo feito pela defesa do advogado Renan Rachid e da delegada Wanessa Santana Martins Vieira.
O caso envolve uma viatura descaracterizada da Polícia Civil que teria sido usada para fins particulares.
Segundo a polícia, o motorista não era servidor público.
A defesa alegou proteção de dados pessoais e imagem, mas o Ministério Público afirmou que houve desvio de patrimônio e que há interesse público no caso.
Durante as diligências, foi divulgado que o homem utilizava a viatura com frequência para ir de Lagoa Santa até Belo Horizonte, retornando no fim da tarde.
Após a prisão, a delegada Wanessa Santana Martins Vieira foi transferida para atuar na 1ª Central Estadual do Plantão Digital em Belo Horizonte.
A reportagem também traz detalhes sobre a audiência de custódia e as medidas cautelares, além de outras informações relacionadas ao caso.
O caso reacende discussões sobre o uso de bens públicos e a relação entre a atuação policial e a vida privada em Lagoa Santa.
Fonte: Estado de Minas
