Mau atendimento e totens quebrados no McDonald’s do Aeroporto de Confins (MG)

No dia 7 de abril de 2026, por volta das 5h45, um passageiro estava no Aeroporto de Confins, em Minas Gerais, quando se aproximou do McDonald’s próximo ao Gate 23.

Com fome, ele resolveu pedir um lanche antes do embarque que ocorreria em poucos minutos.

Ao chegar ao caixa, a pessoa percebeu que a fila avançava, enquanto o atendente permanecia afastado do balcão e ocupado com o celular.

Questionou se seria possível fazer o pedido naquele momento, pois o embarque estava próximo de começar.

O atendente afirmou que não poderia atender sozinho e que não daria conta de tudo.

Foi indicado então que os totens de autoatendimento, ao lado, deveriam ser usados para realizar o pedido.

Contudo, apenas dois dos dez totens estavam funcionando, gerando uma fila extensa e demorada.

Na tentativa de agilizar, o passageiro pediu que alguém atendesse no caixa, dada a urgência do embarque.

O funcionário, de acordo com o relato, repetiu que não poderia, reafirmando que estava sozinho e não conseguiria gerenciar tudo.

O passageiro questionou qual seria o sentido de manter o estabelecimento aberto com aquele tipo de atendimento, mas não houve resposta direta, e o colaborador acabou virando as costas.

O relato menciona que a cena foi registrada em vídeo pelo interessado, que também tentou conhecer o nome do funcionário, sem sucesso.

Entre as pessoas na fila, a indignação foi geral, especialmente pela pressão do horário de embarque e pela dificuldade de usar o serviço de autoatendimento sem suporte adicional.

A reclamação levanta dúvidas sobre se o franqueado e a marca estão cientes de que esse tipo de atendimento pode impactar a percepção de qualidade e higiene na preparação dos alimentos.

Não se trata apenas de uma experiência ruim, mas de uma situação que levanta questões sobre como a rede avalia o atendimento ao consumidor e a imagem da marca.

O relato fecha pedindo esclarecimentos para entender como a empresa trata esse tipo de situação no aeroporto.


Fonte: Reclame AQUI

Rolar para cima